

Pivot "woke" da Temporada 11: As proeminentes LGBTQ+ storylines de Jenny (ficadas lésbicas, encontros trans) atraem elogios da crítica pela inclusividade, mas fúria dos fãs como diluição da bro-comedy.
A Temporada 11 marca um pivot perceptível com a introdução de Amber Tamblyn como Jenny Harper, a filha lésbica perdida há muito tempo de Charlie, promovida a regular da série para substituir o Jake que sai, injetando proeminente representação LGBTQ+ no elenco principal.
A sexualidade de Jenny direciona múltiplos enredos, incluindo paqueras em bares, casos de uma noite com mulheres como Elissa e Brooke, atos de zumbi para seduzir mulheres, visitas a boates gays com Alan, ficadas com uma mulher trans Paula e trios envolvendo a convidada lésbica enrustida Lynda Carter, além de orgias e acenos ao casamento gay. Críticos elogiaram os 'new LGBT angles' e 'contemporary directions', com a comunidade LGBT elogiando os esforços de conscientização em meio ao caos.
No entanto, fãs no Reddit criticaram isso como o 'beginning of the woke episodes' e queda ligada a 'gay storylines' e à adição de Jenny, destacando inconsistências de personagem como seu flerte ocasional com homens contradizendo sua identidade lésbica. Enquanto o humor cru e disfuncional do show persiste através das desventuras de Alan e Walden, o foco significativo em identidades sexuais não-tradicionais influencia escolhas de elenco e arcos de episódios, representando uma clara infusão progressista que alguns espectadores sentiram diluir o apelo original da bro-comedy sem tomar completamente a narrativa.
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