

A 2ª temporada mantém sua base como uma aventura de espionagem dos anos 1940 com elementos de ficção científica, adicionando subplots sobre preconceito e sexismo que introduzem comentários sociais modernos. Essas adições permanecem secundárias à trama principal, sustentando uma pontuação equilibrada de 5/10.
A 2ª temporada de Agent Carter da Marvel acompanha Peggy Carter enquanto ela investiga ameaças de Zero Matter, a Isodyne Energy e intrigas de Hollywood em Los Angeles de 1946-47, com tramas centradas em conspirações atômicas, resgates e confrontos envolvendo a vilã Whitney Frost.
A premissa central permanece enraizada na tradicional aventura de espionagem de época com elementos de ficção científica extraídos das origens estabelecidas da personagem no MCU. No entanto, a temporada introduz um sub-enredo deliberado de preconceito racial através da nova personagem original Jason Wilkes, um cientista negro que experimenta e discute diretamente o racismo sistêmico dos anos 1940, desviando o foco da pura aventura histórica para o comentário social contemporâneo. Os showrunners e Hayley Atwell declararam sua intenção de expandir a diversidade contratando roteiristas afro-americanos e abordando preconceitos para aumentar a identificação moderna, em vez de manter a precisão histórica rigorosa.
Temas proeminentes, mas contextuais à época, de sexismo aparecem através das lutas profissionais de Peggy e dos encontros de Whitney Frost com a objetificação de Hollywood. A escalação evita quaisquer trocas de raça ou gênero de personagens estabelecidos e não inclui elementos LGBTQ+, impedindo que a política de identidade se torne a premissa fundamental ou o principal motor da narrativa.
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