
Eddington: Baixo 3/10 de wokeness—sátira equilibrada fuzila ambos os lados políticos, histeria do COVID e vilões da big tech sem DEI forçado ou proselitismo, entregando caos neutro focado na história.
Eddington é uma sátira neo-western ambientada em meio aos lockdowns de COVID de 2020 e à agitação social em uma cidade do Novo México, apresentando um confronto entre um xerife anti-mandato (Joaquin Phoenix) e um prefeito pró-lockdown (Pedro Pascal) que escala para violência e caos.
Elementos progressistas aparecem incidentalmente por meio de subtramas como protestos inspirados no BLM desencadeados pelo assassinato de George Floyd, envolvendo o filho do prefeito e uma influenciadora de justiça social, junto com pontos de discussão antirracistas recitados por personagens adolescentes e um delegado negro servindo como um receptáculo superficial para o discurso racial. Um oficial nativo-americano também aparece simbolicamente no final da trama. No entanto, esses elementos não são os motores centrais; o filme critica a hipocrisia e as distrações de ambos os lados políticos—zombando de teóricos da conspiração, jovens hyper-woke, alarmismo do COVID e medos do Antifa igualmente—enquanto aponta data centers corporativos e big tech como o verdadeiro antagonista que corrói a democracia.
O elenco reflete organicamente a demografia do Novo México (prefeito latino, delegados diversos), sem troca de raça ou gênero, DEI forçado ou política identitária no cerne. A intenção de Ari Aster, segundo entrevistas, é um retrato equilibrado da polarização da era pandêmica e da raiva de vizinho contra vizinho que desvia das estruturas reais de poder, não ativismo progressista. A recepção é mista e polarizadora por seu both-sides-ism, com reações negativas frequentemente acusando-o de simpatia de direita ou inclinações anti-woke em vez de reclamações de 'go woke go broke'. Sem proselitismo, centralidade na premissa ou objetivos declarados de justiça social pelo criador, o filme prioriza entretenimento caótico e ambiguidade em vez de embutir ideologia, tornando-o uma saída refrescante de mensagens pesadas.
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Our analysis checks for themes like identity politics, race-swapping, gender ideology, environmental activism, anti-religious messaging, and other progressive agenda elements. The score breakdown above shows which specific categories were flagged and how heavily they factor into Eddington's overall score.
Wokeometer focuses on ideological content rather than traditional ratings (violence, language, etc.). Eddington is rated R. For a full picture, combine our woke analysis with the age ratingto decide if it's right for your family.
We evaluate media across multiple ideological categories on a 0–10 scale. Scores of 0–3 mean story-first, 4–6 have moderate elements, and 7–10 flag heavily agenda-driven content. Learn more about our methodology →
Methodology: Each score synthesizes audience discourse, critic and aggregator reception, and press coverage — weighed against the work itself, not any single source.
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