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The Last of Us™ Part II Remastered
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Alta pontuação woke (8/10): Arcos LGBTQ+ forçados, drama de deadnaming trans e a empurrada pregação de empatia da Abby musculosa afogam a vingança zumbi em lições progressistas, alimentando bombardeios de reviews e backlash dos fãs—pule para diversão de verdade.
The Last of Us Part II Remastered carrega a forte infusão de ideologia progressista do jogo original, manifestando-se em proeminente representação LGBTQ+ que direciona arcos chave de personagens e experiências do jogador, como o romance lésbico explícito de Ellie com Dina e a storyline trans de Lev envolvendo controvérsia de deadnaming e rejeição por um culto religioso.
A física muscular de Abby e as seções prolongadas jogáveis forçam os jogadores a empatizar com sua perspectiva, desafiando normas tradicionais de gênero e binários herói-vilão de maneira amplamente criticada como pregação manipuladora sobre o ciclo de violência e ambiguidade moral. O criador Neil Druckmann enfatizou repetidamente diversidade e representação como pilares essenciais do processo de design em entrevistas, enquadrando isso como um empurrão deliberado por perspectivas frescas em vez de narrativa orgânica, o que alienou fãs esperando uma sequência tradicional focada em Joel e Ellie.
Nenhuma consultoria externa de DEI como Sweet Baby Inc. esteve envolvida, mas a inclinação ativista interna da Naughty Dog sob Druckmann e a co-roteirista Halley Gross priorizou esses elementos, levando a escolhas narrativas como a morte precoce de Joel e os segmentos prolongados de Abby que muitos jogadores acharam tediosos e ideologicamente intrusivos. A recepção ressalta o dano: o lançamento original viu bombardeio massivo de reviews derrubando a nota de usuários no Metacritic para 5.3 em meio a acusações de 'woke', o remaster de PS5 enfrentou backlash inicial similar recuperando apenas para misto, e as reviews no PC Steam permanecem polarizadas em torno de 47% positivas com reclamações ecoando a ruína da história. Essas intrusões comprometem o valor de entretenimento, transformando um conto potencialmente empolgante de vingança zumbi em uma lição divisiva que prioriza mensagem sobre enredo coeso e satisfação dos fãs, exemplificando como o excesso progressista alimenta resultados de 'go woke, go broke'.
Methodology: Each score synthesizes audience discourse, critic and aggregator reception, and press coverage — weighed against the work itself, not any single source.
Neil Druckmann has publicly framed diversity and fresh perspectives as core design pillars, reflecting Naughty Dog's internal activist priorities that influenced key story choices like Joel's early death and prolonged antagonist sections.
Unlock the other 4 categories — including Identity Politics and Gender Ideology — with detailed explanations.
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Política de privacidadeWe've run a full content analysis on The Last of Us™ Part II Remastered and scored it 8/10 on the woke scale. Read our detailed breakdown above to see exactly what we found.
Audience Fit is the inverse of the community's average woke rating of 9.1/10: the less woke our audience finds a title, the more stars it earns. Based on 26 audience ratings.
Our analysis checks for themes like identity politics, race-swapping, gender ideology, environmental activism, anti-religious messaging, and other progressive agenda elements. The score breakdown above shows which specific categories were flagged and how heavily they factor into The Last of Us™ Part II Remastered's overall score.
Wokeometer focuses on ideological content rather than traditional ratings (violence, language, etc.). The Last of Us™ Part II Remastered is rated M. For a full picture, combine our woke analysis with the age rating to decide if it's right for your family.
We evaluate media across multiple ideological categories on a 0–10 scale. Scores of 0–3 mean story-first, 4–6 have moderate elements, and 7–10 flag heavily agenda-driven content. Learn more about our methodology →
Emasculation, girl-bossing, overly liberal and LGBTQ+ narrative and messaging, misery porn with a blatant "revenge is bad" narrative that is entirely one-sided. Random inclusion of a trans character and storyline, the actual apocalypse is sidelined entirely and the game largely focuses on human drama.
The girl bosses and gay stuff is off the charts. Even the NPCs voice acting sounds like a bunch of soft wokies. Playing it was infuriating.
Worst thing I ever saw
Pure garbage
Too muck wokeness