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Dustborn
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Dustborn (9/10 Woke): Pontuação catastrófica de 1.2 dos usuários por causa de ativismo queer proselitista, alegoria Trump-fascista, lições de pronomes e elenco forçado de DEI que enterra qualquer diversão—go woke, go broke.
Dustborn exemplifica a intrusão ideológica progressista avassaladora que prioriza o ativismo em detrimento de uma narrativa coerente e do entretenimento, resultando em um fracasso comercial catastrófico com pico de apenas 81 jogadores simultâneos no Steam e nota de usuários no Metacritic de 1.2 contra 68 dos críticos.
A narrativa está imersa na política de esquerda contemporânea, retratando uma 'Divided States of America' distópica onde os jogadores controlam Pax, uma protagonista queer negra que lidera uma tripulação de mutantes (Anomals) lutando contra 'Puritans' retratados como fascistas que espalham desinformação em uma alegoria descarada para a América da era Trump e o extremismo de direita. As mecânicas de gameplay reforçam isso ao armar 'palavras' para rotular inimigos como racistas ou bigotados, transformando o combate em lições de justiça social.
O elenco é um desfile de checkboxes de política identitária: o amante da protagonista Noam (they/them não-binário), a personagem trans Ruth e um ensemble diverso enfatizando representação LGBTQ+, pronomes e queixas interseccionais que colidem com a premissa punk de road-trip, tornando os personagens antipáticos e o diálogo proselitista. Os desenvolvedores Ragnar Tørnquist e Red Thread Games admitiram abertamente a intenção política de esquerda do jogo em entrevistas, expressando surpresa com o backlash apesar de anteciparem reações aos seus elementos 'politicamente corretos', enquanto descartavam as críticas como teorias da conspiração e ódio de 'chuds'. Financiado por verbas públicas da UE/Noruega, ele incorpora o design orientado por ESG/DEI que aliena o público, gerando bombardeio de reviews e memes de 'go woke, go broke', com X e Steam inundados de condenações à diversidade forçada e à pregação ideológica que eclipsa qualquer mérito narrativo.
Methodology: Each score synthesizes audience discourse, critic and aggregator reception, and press coverage — weighed against the work itself, not any single source.
Developers publicly embraced the game's left-leaning political intent in interviews while dismissing criticism, with funding from EU/Norwegian public grants and clear alignment with ESG/DEI frameworks that shaped its production and marketing.
Unlock the other 4 categories — including Identity Politics and Gender Ideology — with detailed explanations.
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Política de privacidadeWe've run a full content analysis on Dustborn and scored it 9/10 on the woke scale. Read our detailed breakdown above to see exactly what we found.
Audience Fit is the inverse of the community's average woke rating of 9.1/10: the less woke our audience finds a title, the more stars it earns. Based on 13 audience ratings.
Our analysis checks for themes like identity politics, race-swapping, gender ideology, environmental activism, anti-religious messaging, and other progressive agenda elements. The score breakdown above shows which specific categories were flagged and how heavily they factor into Dustborn's overall score.
Wokeometer focuses on ideological content rather than traditional ratings (violence, language, etc.). Dustborn is rated M. For a full picture, combine our woke analysis with the age rating to decide if it's right for your family.
We evaluate media across multiple ideological categories on a 0–10 scale. Scores of 0–3 mean story-first, 4–6 have moderate elements, and 7–10 flag heavily agenda-driven content. Learn more about our methodology →
Most based game ever
If you're gonna troll, at least make it creative
“Press x to trigger”, the DEI game funded by the Norwegian government.
The game director used to be pretty active discussing games on Facebook, and his takes were always bad, so I'm not surprised lol